
Por que decisões do STF, mesmo que positivas, aumentam a desconfiança sobre o tribunal?
Sem Precedentes
Neste episódio do Sem Precedentes:
Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira analisam duas decisões recentes do Supremo Tribunal Federal que ajudam a iluminar um problema maior: a crescente desconfiança em relação à forma como a Corte decide.
De um lado, o trio discute a decisão do ministro Gilmar Mendes que, mais uma vez, impediu a quebra de sigilo da empresa da qual o ministro Dias Toffoli é sócio, em meio às apurações sobre o caso Banco Master. De outro, examina a decisão do ministro Flávio Dino sobre a aposentadoria compulsória de magistrados, saudada por muitos como avanço, mas que também levanta dúvidas sobre seus fundamentos, seu procedimento e seus efeitos reais.
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Ao longo da conversa, os três discutem os limites de atuação das CPIs quando os fatos alcançam ministros do STF, o problema do uso de atalhos processuais para produzir resultados politicamente palatáveis e o custo institucional de decisões que, ainda que defensáveis no mérito, aumentam a percepção de blindagem, casuísmo e falta de transparência.
No centro do debate está uma questão que atravessa os dois temas: quando o Supremo tenta apagar incêndios com soluções de ocasião, ele resolve o problema — ou compra mais desconfiança para si?
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