[1] Então, em 17 de outubro desse mesmo ano, o Senhor transmitiu outra mensagem por meio do profeta Ageu:
[2] “Diga ao governador de Judá, Zorobabel, filho de Sealtiel, e ao sumo sacerdote Josué, filho de Jeozadaque, e ao remanescente do povo:
[3] ‘Algum de vocês se lembra deste templo em sua antiga glória? Como ele lhes parece agora, em comparação com o anterior? Deve parecer insignificante!
[4] Mas assim diz o Senhor: Seja forte, Zorobabel! Seja forte, sumo sacerdote Josué, filho de Jeozadaque! Sejam fortes, todos vocês que restam na terra! Mãos à obra, pois eu estou com vocês, diz o Senhor dos Exércitos.
[5] Meu Espírito habita em seu meio, como prometi quando vocês saíram do Egito. Portanto, não tenham medo’.
[6] “Pois assim diz o Senhor dos Exércitos: Em pouco tempo sacudirei novamente os céus e a terra, os mares e a terra seca.
[7] Sacudirei todas as nações, e os tesouros das nações virão para este templo. Encherei este lugar de glória, diz o Senhor dos Exércitos.
[8] A prata e o ouro me pertencem, diz o Senhor dos Exércitos.
[9] A glória deste novo templo será maior que a glória do antigo, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar estabelecerei a paz. Eu, o Senhor dos Exércitos, falei!”.
[10] Em 18 de dezembro do segundo ano do reinado de Dario, o Senhor enviou esta mensagem ao profeta Ageu:
[11] “Assim diz o Senhor dos Exércitos. Pergunte aos sacerdotes sobre a lei:
[12] ‘Se alguém levar em sua roupa a carne consagrada de um sacrifício, e se, por acaso, a roupa tocar num pão, num ensopado, em vinho, em azeite ou em qualquer outro tipo de alimento, esse alimento também se tornará consagrado?’”. “Não”, responderam os sacerdotes.
[13] Em seguida, Ageu perguntou: “Se alguém se tornar cerimonialmente impuro ao tocar num cadáver e depois tocar num desses alimentos, o alimento ficará contaminado?”. “Sim”, responderam os sacerdotes.
[14] Então Ageu disse: “É o que acontece com este povo e com esta nação, diz o Senhor. Tudo que fazem e oferecem é contaminado por seu pecado.
[15] Vejam o que estava acontecendo com vocês antes de começarem a lançar os alicerces do templo do Senhor.
[16] Quando esperavam uma colheita de vinte medidas, colhiam apenas dez. Quando esperavam tirar cinquenta medidas da prensa de uvas, tiravam apenas vinte.
[17] Enviei ferrugem, mofo e granizo para destruir tudo que vocês trabalharam para produzir. E, no entanto, vocês não voltaram para mim, diz o Senhor.
[18] “Pensem neste 18 de dezembro, o dia em que foram lançados os alicerces do templo do Senhor. Sim, pensem bem.
[19] Eu lhes faço uma promessa agora, enquanto a semente ainda está no celeiro e suas videiras, figueiras, romãzeiras e oliveiras ainda não deram frutos. Mas, de hoje em diante, eu os abençoarei”.
[20] Naquele mesmo dia, 18 de dezembro, o Senhor enviou mais uma mensagem a Ageu:
[21] “Diga ao governador de Judá, Zorobabel, que estou prestes a sacudir os céus e a terra.
[22] Derrubarei tronos e destruirei o poder de reinos estrangeiros. Derrubarei os carros de guerra e seus condutores; os cavalos cairão, e seus cavaleiros matarão uns aos outros.
[23] “Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, honrarei você, meu servo Zorobabel, filho de Sealtiel. Farei que você seja como um anel de selar em meu dedo, diz o Senhor, pois eu o escolhi. Eu, o Senhor dos Exércitos, falei!”.