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Listen to this chapter • 3:29

[1] Portanto, uma vez que fomos justificados pela fé, estamos em paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.

[2] Foi por meio de Cristo e pela fé que nós conseguimos esta harmonia com Deus que agora temos. E isso dá-nos a maravilhosa esperança de tomar parte na glória de Deus.

[3] Mais ainda, nós sentimos alegria nos nossos sofrimentos, porque o sofrimento produz a perseverança;

[4] a perseverança provoca a firmeza de carácter nas dificuldades e a firmeza produz a esperança.

[5] Esta esperança não nos engana, porque Deus encheu-nos o coração com o seu amor, por meio do Espírito Santo que é dom de Deus.

[6] Na verdade, quando nós ainda vivíamos nas nossas fraquezas, Cristo, no seu devido tempo, morreu por nós pecadores.

[7] Seria muito difícil alguém morrer por uma pessoa, mesmo que ela fosse inocente. De facto, talvez alguém seja capaz de dar a vida por uma pessoa boa.

[8] Mas Deus mostrou-nos até que ponto nos ama pois, quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.

[9] Pela sua morte, nós agora estamos em boas relações com Deus. E agora que somos justificados pelo seu sangue, com muito mais razão por meio dele seremos livres do castigo final.

[10] Pois se, quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte do seu Filho, quanto mais estando reconciliados seremos salvos pela sua vida!

[11] E ainda não é tudo. Nós sentimos alegria em Deus por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor, por quem agora recebemos a reconciliação.

[12] Por um só homem entrou o pecado no mundo e com o pecado veio a morte. Foi assim que a morte atingiu toda a gente, já que todos pecaram.

[13] Antes da Lei de Moisés já existia o pecado no mundo. Mas como ainda não havia lei, Deus não tinha em conta o pecado.

[14] Sem dúvida que, desde o tempo de Adão até ao tempo de Moisés, a morte teve poder mesmo sobre aqueles que não tinham cometido pecado à semelhança de Adão que desobedeceu a Deus. Adão representava aquele que havia de vir.

[15] Mas o pecado de Adão não pode comparar-se ao dom que nos vem de Deus. Se é certo que uma grande multidão morreu por causa do pecado de um só, também é verdade que o dom de Deus é muito maior. Esse dom que nos vem de Deus por meio de um só homem, Jesus Cristo, é muito superior.

[16] O dom de Deus tem consequências muito diferentes daquelas que teve o pecado de um só homem. Com efeito, o julgamento do pecado de um só levou à condenação, mas o dom concedido depois de tantos pecados trouxe a justificação.

[17] Pois se, pela ofensa de um só homem, a morte reinou através desse homem, com muito mais razão aqueles que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão na vida, por meio de um só, Jesus Cristo.

[18] Assim como o pecado de um só homem trouxe a todos a condenação, assim também um só acto de justiça trouxe a justificação que dá vida a todos os homens.

[19] Pois como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, pela obediência de um só todos se tornam justos diante de Deus.

[20] A lei veio fazer aumentar mais o pecado. Mas quanto mais o pecado aumentava, mais abundava a graça de Deus.

[21] De modo que assim como o pecado reinou na morte, também a graça de Deus reina pela justiça para a vida eterna por Jesus Cristo, nosso Senhor.

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