
Assista à versão em vídeo aqui: https://youtu.be/uHQM6Rd0OrQ?si=HRSWlv-QsjavdG1F
A venda de suplementos em farmácias movimentou R$ 723 milhões em 2024. E proteína, barrinhas proteicas e creatina respondem por 90% desse valor. O problema: para a maioria das pessoas, whey e creatina farão pouca ou nenhuma diferença para o físico.
Neste episódio, os pesquisadores Hamilton Roschel e Lorella Barbi revelam como os benefícios divulgados desses suplementos são, na realidade, mais marketing do que ciência. E reforçam no que cada um de nós realmente deveria focar para aumentar a performance e tirar o melhor dos exercícios físicos.
O Ciência Suja tem apoio do Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasil.
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